mulher descansa tranquila durante o verão em seu condomínio
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12 dicas para aproveitar o melhor do verão com segurança

Cuidados com o seu apartamento e com o convívio nas áreas comuns do condomínio durante o verão e a realização das manutenções preventivas garantem tranquilidade para aproveitar as férias com segurança

Quando o assunto é condomínio, sejam eles residenciais ou comerciais, a segurança tem que estar sempre em evidência. Com a chegada do verão, alguns riscos aumentam. Confira a seguir 12 orientações do Dr. Carlos Samuel Silva Freitas, diretor de condomínios da Primar Imóveis e Condomínios, para garantir tranquilidade e segurança ao seu condomínio durante o calor:

  1. Obrigatória a presença de guarda vidas nas piscinas do condomínio

Em todas as piscinas de condomínios no Rio de Janeiro é obrigatória a presença de um guarda vidas profissional, qualificado e devidamente habilitado. Sem ele, a piscina deve obrigatoriamente ficar fechada. “Vale o alerta para os síndicos, pois além da importância para segurança da vida dos usuários, o condomínio pode ser fiscalizado e penalizado com multas e ou interdição da área”, enfatiza Freitas.

  1. Atenção aos ralos de sucção

Tome muito cuidado com os ralos de sucção que realizam filtragem das piscinas. Eles infelizmente já foram a causa de afogamentos, sobretudo de crianças. Os síndicos devem garantir a perfeita manutenção destes equipamentos e buscar orientação de especialistas para garantir que todos os equipamentos estejam adequados às normas atuais. Independentemente do tamanho da piscina e do equipamento escolhido para a função, o ralo não pode exercer força tamanha que puxe o cabelo de uma criança, por exemplo, ou a mantenha presa no fundo. Por isso, a melhor solução é consultar um especialista e garantir a segurança de todos.

  1. Manutenção da piscina: um trabalho contínuo

A manutenção à piscina precisa ser constante, sobretudo no verão, quando o uso é ainda mais intenso. Preocupados em economizar, alguns condomínios optam por responsabilizar profissionais internos por esta função. Por isso, vale o reforço: tome cuidado com as dosagens do cloro e outros produtos que podem prejudicar a saúde das pessoas.

Há quem considere que o uso mais intenso das piscinas pede uma maior concentração de cloro. Nesse cenário, às vezes, o responsável pela manutenção exagera na concentração do produto, o que pode gerar alergias e outros riscos, principalmente aos olhos. Na dúvida, procure profissionais certificados e de empresas idôneas para alcançar um bom resultado. E siga sempre as recomendações do produto descritas nas embalagens.

  1. Não confunda piscina lotada com segurança

Não basta o condomínio dispor de salva vidas e estar com o ralo de sucção dentro das normas. Toda atenção às crianças se faz necessária. “Infelizmente, já tive acesso a mais de um relato de crianças que morreram afogadas em piscinas lotadas de pessoas. A melhor solução é estabelecer em assembleia e/ou no regulamento interno, que crianças abaixo de 9 anos só podem acessar a piscina com a presença de adulto responsável”, destaca o diretor de condomínio da Primar. Lembre-se de que um ambiente lotado pode gerar uma falsa sensação de segurança, de que todos estão de olho, o que não é verdade. Mantenha sempre as crianças sob a supervisão de um adulto.

  1. Disponibilize nome completo e foto (se possível) dos visitantes

A maioria dos condomínios possui convenção e regulamento interno, que determina a forma correta para cadastrar visitantes. Caso não haja em seu condomínio, a boa prática de segurança determina que o condômino indique o nome completo da pessoa e que, de preferência, encaminhe uma foto da pessoa para registro da equipe de segurança do condomínio (se houver) ou da portaria. Esse ato simples garante que apenas pessoas autorizadas acessem o condomínio. Não encare essa atenção como uma intromissão do síndico ou do porteiro, mas como uma medida de segurança para toda a comunidade.

  1. Atenção à revisão e manutenção de bombas, caixas d’água e cisternas

Os termômetros já começaram a registrar temperaturas acima dos 40o e sensação térmica próxima de 50o no Rio de Janeiro. Não permita que seu condomínio corra o risco de ficar sem água por defeitos na bomba d’água ou rachaduras em caixa d’água e cisternas. Realize a revisão anual dos equipamentos e as manutenções necessárias.

“Se ainda não efetuou a revisão anual, aproveite para fazer agora! A prevenção é sempre o melhor caminho. Para o condomínio essa é uma grande verdade, pois ações preventivas são sempre mais baratas e assertivas do que emergenciais”, alerta Freitas.

O diretor de condomínios reforça que com planejamento é possível ratear as ações preventivas entre todos do condomínio, fracionando em valores mais adequados à capacidade financeira daquela comunidade. “Uma manutenção emergencial pode ser cara ao ponto do condomínio não ter condições de pagar, seja com reservas, seja com arrecadação. Portanto, é muito importante que seja realizado um planejamento financeiro, considerando despesas mensais, semestrais, anuais e para até 5 anos, provisionando caixa e rateando valores dentro do orçamento adequado”, orienta o diretor de condomínio da Primar.

Os condomínios que realizam previsões orçamentárias considerando apenas despesas mensais estão fadados ao insucesso e a grandes prejuízos. “Condomínios com gestão profissional fazem planos de investimentos e despesas considerando muitas vezes mais do que 5 anos, porque há muitos itens nos condomínios cujo prazo de validade ultrapassa esse período, como impermeabilizações de um modo geral, lajes, as próprias cisternas e caixas d’água e a revitalização da fachada do condomínio. Então, o planejamento é a melhor ferramenta de economia”, completa Freitas.

  1. Cuidado extra com a parte elétrica do condomínio

No verão, a rede elétrica está muito mais exposta a panes e incêndios, justamente por causa do calor. Para minimizar os riscos, é importante dar atenção à parte elétrica e à casa de máquinas de elevadores. Para isso, o síndico deve contratar a manutenção de empresas e ou profissionais habilitados e reconhecidos no mercado, garantindo o perfeito cumprimento de todas as normativas de segurança da Light, corpo de bombeiros, ABNT e defesa civil, entre outros órgãos.

  1. Garanta que seu condomínio esteja em dia com desratizações e dedetizações

No verão, a tendência é de proliferação de insetos e outros animais. Por isso, não estar com a dedetização e desratização em dia é um convite para dores de cabeça. Procure empresas reconhecidas no mercado para realizar o trabalho. E lembre-se de avisar com antecedência a todos os condôminos para evitar prejuízos e riscos para a saúde dos moradores e animais de estimação.

  1. Incentive a instalação de redes de proteção para animais de estimação e crianças

Normalmente as pessoas deixam as janelas abertas no verão, o que aumenta o risco de quedas nos apartamentos onde não há redes de proteção. Não exponha quem você ama a um descuido e incentive o uso de redes de proteção a quedas em seu condomínio, sobretudo para crianças e pets. Vale destacar em reunião e em circular interna as normas de cores e padrões para redes de proteção e também os horários permitidos para a instalação.

  1. Atenção extra à manutenção do ar condicionado

Além dos riscos de danificar o equipamento, há também riscos de incêndio e de queda da parte externa do ar condicionado quando não realizada manutenção preventiva adequada. Lembre-se de que a queda do equipamento pode ocasionar acidentes até mesmo fatais a quem estiver embaixo. Uma manutenção no início do verão e outra no inverno costuma ser suficiente para manter sua família protegida e o lar na temperatura ideal.

  1. Não deixe carregadores e equipamentos sem uso direto nas tomadas

Este também é um descuido que já gerou muitos incêndios em imóveis. De um modo geral, aparelhos que tenham um consumo muito intenso de eletricidade e que possam ser responsáveis por um curto-circuito devem ser mantidos fora da tomada ou desligados. Detalhes pequenos, mas que podem salvar vidas.

Para se ter uma ideia, em 2018, a Primar Administradora precisou atender uma ocorrência de uma senhora idosa que faleceu no apartamento, devido a um incêndio ocasionado por problemas elétricos na residência. “O corpo de bombeiros conseguiu apagar o fogo, mas a senhora faleceu pela fumaça inalada durante a ocasião. O condomínio estava em dia com a parte elétrica, com o sistema de prevenção de incêndio e com o seguro de incêndio predial, então os danos materiais foram cobertos, mas o óbito foi uma perda inestimável”, lamenta Freitas.

  1. Atualize-se sobre as normas de segurança de pane e incêndio

Confira se o seguro incêndio predial, que é obrigatório para condomínios, está em dia e se todas as normas preventivas contra incêndio, pânico e panes determinadas pelo corpo de bombeiros estão sendo cumpridas.

“Todas as vezes em que sou síndico, chamo um especialista para fazer uma vistoria geral no prédio e apresentar laudo atestando o cumprimento das normas. Essa é uma dica simples e que pode fazer toda a diferença na sua gestão. Todas as normas e recomendações de segurança diminuem ao máximo os riscos de incêndios e acidentes. Mas, se ainda assim acontecer, no mínimo terá a consciência tranquila por ter tomado todas as medidas cabíveis”, indica Freitas.

Vale destacar que o diretor de condomínio, Carlos Samuel Silva Freitas, está à disposição para recomendar profissionais de confiança, que possam fazer manutenções e vistorias. Caso queira tirar dúvidas ou solicitar indicações da Primar Administradora, fique à vontade para contatá-lo por email: carlossilva@primaradministradora.com.br

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